Quando a Eurobras passou a conceber canteiros totalmente metálicos?
Em seu início, em 1980, a Eurobras oferecia apenas tapumes metálicos. Em seguida, vieram os alojamentos metálicos e, por fim, os módulos metálicos - inclusive os sanitários, numa tentativa de otimizar as instalações hidráulicas presentes nos canteiros. Por extensão dos módulos sanitários surgiram os canteiros de obras totalmente metálicos, uma ousadia para a época.
Além do Brasil, a empresa atua também na Argentina, Uruguai e Panamá. Quais as principais distinções entre esses mercados?
Nos mercados da América Central e América da Sul, a cultura modular vem crescendo gradativamente, principalmente pelo diferencial de agilidade na entrega e taxa zero de acúmulo de resíduos. Países como Uruguai e Panamá já utilizam nossos produtos na montagem de canteiros de obras e até mesmo em edificações permanentes. Na Europa e na Ásia, esse sistema construtivo já é uma realidade para edificações de até quatro pavimentos.
Como se comportou o mercado de contêineres durante a crise econômica mundial - e qual a situação de momento?
Houve uma retração, como em todos os segmentos. A crise no mercado de módulos foi mais observada durante o primeiro trimestre de 2009. Para combater essa desaceleração, incrementamos nossas vendas e locações com uma arrojada campanha pela qual oferecemos produtos e serviços com preços mais competitivos. Isso trouxe maior motivação à equipe de vendas e propiciou manutenção dos níveis de faturamento do negócio.