Painel de Mercado Concrejato faz 25 anos Catedral da Sé (São Paulo), Catedral de Brasília, Palácio Laranjeiras e Museu Histórico (Rio de Janeiro) são alguns dos monumentos e prédios históricos restaurados pela Concrejato durante seus 25 anos. Ao todo, são mais de duas mil obras realizadas. Para a restauração do acervo e a recuperação estrutural da Catedral da Sé, a Concrejato utilizou, por exemplo, 230 profissionais, 188,6 mil kg de argamassa estrutural, 285 t de andaimes por mês e 8,2 milhões de litros de água. Foram restaurados, ainda, 24.047 m2 de superfícies de granito e 4.472 m de trincas. Os serviços de restauro e recuperação representam hoje cerca de 24% do faturamento do Grupo Concremat, que totalizou R$ 174 milhões em 2002 (último dado fornecido pela empresa). Entre as obras em andamento, estão a restauração da fachada do TRT e a reforma das Casas Casadas, no Rio de Janeiro e, em São Paulo, a construção da nova unidade da Febem e a restauração do Colégio Rodrigues Alves.
Brasil detém menos de 1% do mercado mundial de serviços de engenharia Apesar de líder em exportação de serviços de engenharia da América Latina, o Brasil ainda precisa investir muito para se destacar no mercado internacional. Pelo menos é o que se concluiu com o estudo "Considerações sobre o mercado de exportações de serviços de engenharia", desenvolvido pela LCA Consultores, em 2003. O estudo analisa também os mecanismos de exportação dos serviços de engenharia e mostra que cerca de 20 mil pessoas no Brasil são empregadas no setor. "Apesar da inserção modesta, os serviços de engenharia geram saldos comerciais consistentes de cerca de US$ 1 bi ao ano", destaca Fernando Camargo, sócio diretor da LCA. "Há, também, um pequeno volume de remessa de divisas, de US$ 10 a 20 milhões ao ano entre 1998-02, o que significa menos de 2% das exportações", conclui.
Sinaenco tem nova diretoria A diretoria nacional e os membros das doze seções regionais do Sinaenco (Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva) foram empossados em dezembro de 2003 para cumprirem o biênio de 2004/2005. A última presidente do sindicato, Norma Gebran Pereira, foi reeleita para os próximos dois anos. Os outros eleitos foram: João Antonio del Nero (São Paulo), Marco Aurélio Ludolf Gomes (Minas Gerais), Carlos Henrique Holck (Rio de Janeiro), Roberto de Oliveira Facchinetti (Bahia), Roberto Lemos Muniz (Pernambuco), Carlos Valério Avais da Rocha (Paraná), Joaquim Cartaxo Filho (Ceará), Carlos Alves Mees (Rio Grande do Sul), Eumenes Moreira Guimarães (Espírito Santo), Fausto Nieri Moraes Sarmento (Goiás), Adão dos Santos (Santa Catarina) e José Eduardo Beliche de Souza Leão (Pará).
Elevador faz 150 anos Para comemorar o aniversário de 150 anos da invenção do elevador - e da Otis - a empresa lança linha de produtos com um diferencial que é tendência no mercado internacional: o elevador sem casa de máquinas. O Otis Solution MRL possui ainda redução de consumo de energia em até 40% e controle modular para otimizar o tempo de espera.
PINI presta serviço de gestão de custos Se na década de 90 as empresas se dedicaram à produtividade e à qualidade para se diferenciarem no mercado, os últimos anos revelam que a preocupação passou a ser o controle de custos. Pensando nisso, a PINI criou, em janeiro de 2004, a PINI Serviços de Engenharia em janeiro de 2004. A área já existia como parte da PINI Sistemas, desde 1973, mas foi especializada e destacada para atender melhor à demanda crescente do setor. São quatro principais linhas de serviços: gestão de custo-tempo; assessoria a processos licitatórios; pareceres, laudos, perícias e arbitramentos; gestão de resultados. Com a nova formulação - e um corpo de profissionais que inclui autores e consultores da PINI - a empresa atende a duas faces do mercado: os agentes de obras públicas e os de obras privadas. Um dos serviços mais comuns é dissipar dúvidas relativas a preços, processos construtivos ou soluções técnicas adotadas que influem no resultado final das obras. "Após pesquisa, damos um diagnóstico sobre o orçamento da obra, por exemplo", explica Celso Ragazzi, diretor de engenharia da PSE. "Por meio de nosso banco de dados, softwares e consulta a especialistas, montamos um diagnóstico do caso em questão, que pode incluir tanto considerações relativas a custos quanto indicações de sistemas construtivos adequados", conta.
Laudos de orçamento
Luiz Freire de Carvalho, diretor comercial da PSE
Como esses serviços podem ajudar as empresas? Quando há litígios envolvendo custos, por exemplo, a PINI pode gerar pareceres minuciosos sobre diversas etapas ou serviços ou da obra completa. Assim, quando algum órgão público é questionado pelo Tribunal de Contas, a PINI pode ser chamada para mediar as questões. Aplicamos metodologias para levantar as especificidades de cada caso, sempre confrontadas com referências do mercado. Em geral, nossos laudos têm sido bem aceitos. Há casos, também, de empresas privadas. O mais comum é quando a matriz de uma multinacional questiona os controles realizados pela filial brasileira.
E de que forma esse serviço é oferecido? Costumamos dizer que a Pini Serviços de Engenharia é modular e moldável. Ou seja, montamos um sistema de trabalho de acordo com cada cliente, nos estruturamos de acordo com as condições de cada um. Há casos em que fazemos o acompanhamento de toda a obra, com relatórios mensais. Há demandas que são mais pontuais. De qualquer maneira, estamos aptos a trabalhar com pequenas empresas ou multinacionais.
Pavimento rígido O concreto foi o material escolhido para a recuperação de 68 km da BR 262, rodovia entre a ponte do rio Paraguai e a cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul. As obras começaram em novembro de 2003 e a escolha partiu de um acordo entre o Ministério dos Transportes e a Votorantim Cimentos. A tecnologia empregada será o whitetopping (aplicação de uma camada de concreto em cima do asfalto), já aplicada com sucesso na freeway que une Porto Alegre a Osório-RS. Pelo acordo, o governo abriu mão do ICMS sobre o cimento e a Votorantim garante o preço estável até o final da obra - programado para outubro de 2004. Tais medidas viabilizam a redução de 12% no custo da matéria-prima, estimada em 46 mil toneladas.
Madeiras brasileiras serão certificadas A Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente) assinou contrato com a certificadora européia BM Trada, especializada em testes em produtos de madeira. O acordo permite que o PNQMC (Programa Nacional de Qualidade da Madeira) emita a marca de conformidade CE Marking para os produtos brasileiros. Até agora, 74 empresas participam do programa: 21 do PNQM de compensado de pínus, 34 de compensado de madeira tropical, oito no PNQM de portas, além de 11 fornecedores. O selo será exigido a partir de abril de 2004, para produtos de uso industrial. A iniciativa é um passo importante para garantir as exportações dos produtos de madeira para a Comunidade Européia. O mercado europeu é consumidor assíduo da madeira brasileira - entre janeiro e agosto de 2003, apenas cinco países do continente (Reino Unido, Bélgica, Alemanha, Irlanda e Itália) ficaram com 49,4% das exportações brasileiras de compensado de pínus.
Com vista para a represa
Um condomínio fechado a 110 km de São Paulo e com vistas para a represa do Jaguari, em Bragança Paulista-SP, foi lançado pela Companhia do Campo, especializada em empreendimentos rurais. Voltado para casas de alto padrão, o residencial de 17 unidades demarcadas têm, no mínimo, 20 mil m2 cada (e de 5 a 9,8 mil m2 de área edificante). O condomínio possui convenção restritiva voltada à preservação do meio-ambiente e toda a infra-estrutura necessária, como rede elétrica subterrânea e rede de água já implantadas, além de circuito interno com 3 km para jogging, caminhada e cavalgada. Possui, também, arborização e implantação paisagística, com projeto de Luiz Fernando Rocco. A Companhia do Campo apresenta a maquete do empreendimento e exposição de fotos da represa em um showroom, em São Paulo.
Tubos de concreto Sete fabricantes de São Paulo e do Rio de Janeiro receberam o Selo de Qualidade para Tubos de Concreto da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland), em parceria com a ABTC (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tubos de Concreto): Leão & Leão Industrial, ACA, ArtSul, Facis, Fermix, PSI e Tuvibra. Para Alírio Brasil Gimenez, presidente da ABTC, o projeto de qualidade ainda está na metade do caminho, pois, como o setor é pulverizado, há muitas empresas que devem se unir à entidade. No processo de qualificação, são avaliados, por meio de ensaios, itens como as dimensões dos tubos, resistência, rigidez, durabilidade e comportamento no transporte de líquidos.