Painel de mercado Painel de mercado Painel de mercado Nova fábrica da Amanco em Pernambuco
Entrou em operação no mês passado, no complexo industrial de Suape (PE), a nova fábrica de tubos da Amanco Brasil. Ocupando uma área de 8 mil m2, a unidade demandou R$ 22 milhões para ser construída. A empresa espera obter aumento de 20% na produção local, em comparação com o rendimento da antiga instalação no Estado, em Jaboatão dos Guararapes, cujos 130 funcionários foram transferidos para a nova localização. "Uma grande vantagem desse investimento é a proximidade com o Porto de Suape, estratégico para as exportações que correspondem a 5% de nossa produção", informa Paulo Schmalz, presidente da empresa.
Oportunidades de negócios no Iraque
Fornecedores de materiais de construção dispostos a incrementar suas exportações para países especialmente necessitados, como o Iraque, terão uma boa oportunidade de estabelecer contatos durante a feira "Brasil na Reconstrução do Iraque". Marcado para ocorrer de 10 a 14 de setembro, numa área de 2.180 m2 em Amã, na Jordânia, o evento tem à frente a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações). Mais de 80 empresas brasileiras já estão cadastradas, de 18 setores da indústria. "A construção civil é uma das áreas prioritárias, para reconstrução de pontes, estradas e aeroportos", avisa o presidente da instituição, Juan Quirós. Segundo ele, outros segmentos que podem ter demanda são o de cerâmica, vidros, materiais de alumínio e o de equipamentos para obras.
Nova estratégia de vendas da Setin
A construtora paulista Setin deu corpo a uma nova campanha junto aos corretores de imóveis para incentivar a venda de seus empreendimentos. Sob o mote "Adoro vender Setin", a ação tem como engate principal a criação de uma moeda de troca batizada de Leal. A cada venda efetuada, o colaborador acumula valores, que podem ser consultados por meio de um site especialmente criado para esse fim. A moeda é passível de uso na aquisição de DVDs, CDs, eletrodomésticos, câmeras fotográficas, livros, perfumes e brinquedos em um site varejista da internet. Além da instituição do Leal, a campanha prevê uso de formas tradicionais de divulgação da empresa e suas obras, como banners, anúncios em jornais e flyers.
Revista do mestre
A edição n. 2 da revista Equipe de Obra traz como destaque um passo-a-passo de montagem de paredes de gesso acartonado. O roteiro ilustrado de execução foi dividido em 20 etapas, desde as marcações nos pisos e lajes, fixação dos montantes, preparação das instalações elétricas e hidráulicas até o acabamento das juntas entre chapas de drywall.
Outro destaque pode ser visto na seção Qualidade, que nesta edição mostra as principais dicas de aplicação de mantas asfálticas com betume. Conheça também algumas ferramentas para medição de prumo, esquadro e nível e como utilizar corretamente os instrumentos. Exemplares podem ser obtidos em 400 pequenas lojas de materiais do País e nas escolas do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). Para cadastrar sua equipe, acesse www.equipedeobra.com.br.
PAR-Reforma chega a Recife
O PAR-Reforma (Programa de Arrendamento Residencial-Reforma) lançado em 2000 como uma extensão do PAR, chegou a Recife intercalado com o projeto Morar no Centro, da prefeitura local. O edifício São José, uma das construções históricas da cidade, foi reformado e suas 56 novas unidades estão à venda por preços mais acessíveis. Trata-se do 22o empreendimento concluído em Pernambuco no âmbito do PAR, cujos investimentos no Estado já batem na casa dos R$ 87 milhões, com 4,2 mil famílias beneficiadas.
Obras na construção caem 17,8% em 2003
Publicada com dois anos de atraso, a Pesquisa Anual da Indústria da Construção 2003, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dá conta de que o total de obras e serviços do setor foi reduzido em 17,8%, em comparação com 2002. O levantamento informa ainda que em 2003 existiam 119 mil empresas de construção no País, que empregavam 1,4 milhão de pessoas, com remuneração média de quatro salários mínimos. Além disso, a análise identificou queda de 1,8% de participação da Região Sudeste no total de empregados no segmento: o índice baixou de 52,4% para 50,6%.
R$ 148 milhões para saneamento em regiões metropolitanas
Até o final do ano, regiões metropolitanas de todo o País receberão recursos do Ministério das Cidades que totalizam R$ 148 milhões, para aplicação específica em obras de saneamento ambiental. A orientação é de que o volume seja voltado à implantação e ampliação de abastecimento de água, esgotamento sanitário e tratamento e destinação adequada de lixo. O governo calcula que 200 mil famílias sejam beneficiadas e 30 mil empregos diretos sejam criados. A previsão é investir na área cerca de R$ 1 bilhão até 2007.
US$ 502,5 milhões para habitação
O Bird (Banco Mundial) aprovou empréstimo no valor de US$ 502,5 milhões para investimentos do Governo Federal em projetos de habitação. Os valores serão destinados sobretudo ao atendimento da população de baixa renda. Entre as iniciativas brasileiras apoiadas pelo banco estão os programas de subsídio para a compra de casa própria e a regularização de registros de propriedade. O empréstimo tem prazo de 17 anos, incluindo cinco de carência.
Afeal tem novo presidente
O diretor da EuroCentro/AluService, Roberto Papaiz, assumiu no final do mês de junho a presidência executiva da Afeal (Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio), no lugar de Antonio Molina. Com gestão programada para até 2007, Papaiz conta na entrevista a seguir como pretende administrar a instituição no período.
Roberto Papaiz, diretor da EuroCentro/ AluService e novo presidente da Afeal
Qual a principal meta de sua gestão? Como o senhor planeja alcançá-la?
Queremos dirigir toda a atenção e esforço ao cliente final. Ele precisa saber que, hoje, a esquadria também decora, proporciona conforto térmico e acústico; que as persianas, cortinas e venezianas, agora motorizáveis, permitem uma nova maneira de desfrutar dos ambientes. Criar essa nova cultura no mercado dependerá de as indústrias colocarem à disposição do mercado essas e outras soluções. O investimento para tanto deverá ser gerado por um amplo acordo entre a Afeal e os produtores do alumínio.
Qual será o seu posicionamento em relação ao CTA (Centro Tecnológico do Alumínio), o local destinado a análises de esquadrias da Afeal?
Prosseguiremos com o projeto de dar ao CTA independência jurídica, condição indispensável para buscar seu credenciamento junto ao Inmetro. Para isso, a última gestão adquiriu a Câmara Amarela, responsável por testes de protótipos de portas e janelas de pequeno porte. Paralelamente, a associação criou o Programa Interlaboratorial, que tem o objetivo de garantir a todos os laboratórios de testes do País um único padrão de equipamentos, de forma a gerar resultados equânimes. Se for necessário adquirir novos produtos para integrar o CTA aos moldes do programa, a Afeal certamente fará o investimento.
Quais ações o senhor pretende adotar no que se refere à segurança de instalação das esquadrias de alumínio?
A principal medida, a ser implementada ainda este ano, diz respeito à criação de um grupo de trabalho para elaboração de norma técnica de procedimentos de instalação, além da retomada das discussões da norma sobre painéis colados - vidros e painéis de alumínio - para a execução de fachada glazing. Ao mesmo tempo, o processo de instalação de fachadas se beneficiará de norma técnica, em discussão na Abal (Associação Brasileira do Alumínio), sobre tratamento de superfície (anodização e pintura eletrostática a pó), que tem implicações na execução da colagem do vidro. As normas vão validar os procedimentos técnicos que, há anos, vêm sendo adotados pelos fabricantes de fachadas.