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Rede varejista inaugura loja no interior paulista
Campinas foi a cidade escolhida pela rede varejista Dicico para a instalação de sua 13a unidade. Com investimentos da ordem de R$ 5 milhões, a nova loja possui 4 mil m2 e está preparada para comercializar cerca de 40 mil itens, entre revestimentos, materiais cerâmicos e louças sanitárias. A construção faz parte da estratégia da empresa de cobrir um raio de 150 km ao redor da capital paulista, planejamento dentro do qual estão inclusas também as reformas estruturais feitas na loja de Piracicaba (SP), que viabilizaram a oferta ao público de 10 mil produtos adicionais - somando, ao todo, 40 mil - e um aumento de 25% no número de funcionários.
Mais imóveis residenciais em São Paulo
Balanço feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) dá conta de que, na cidade de São Paulo, foram comercializadas 11.156 novas unidades residenciais ao longo do primeiro semestre de 2005. O número é 21% maior que o verificado no mesmo período do ano passado. "O índice é reflexo do retorno dos financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo", acredita o vice-presidente de tecnologia e relações de mercado do Secovi, Alberto Du Plessis. O resultado corresponde a uma movimentação financeira de R$ 3,4 bilhões no período.
Premiação de fornecedores
Instituído pelo Grupo Gerdau para valorizar empresas com as quais possui parcerias, o "Encontro com Fornecedores" teve a segunda edição realizada em 1o de setembro, na sede da ABM (Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais), em São Paulo. Na ocasião, a Tecnipol Construções e Serviços recebeu o prêmio Destaque 2005, pelo desempenho mostrado em obras de expansão do grupo metalúrgico, realizadas nas instalações industriais de Cotia (SP).
Setor cresce 2,2%
Nos seis primeiros meses de 2005, a construção civil assinalou crescimento de 2,2%, de acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O valor está abaixo do registrado no mesmo período do ano passado - quando o setor evoluiu 2,9% -, redução que desagradou os empresários. "Poderíamos ter ultrapassado o crescimento da indústria, de 4,4%, e da agropecuária, que foi de 2,9%", acredita o presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), João Claudio Robusti. Segundo ele, o desempenho aquém do desejado é conseqüência dos juros altos, "que desestimulam investimentos produtivos", e do baixo volume de recursos destinados ao setor. "No primeiro semestre, a Caixa Econômica Federal aplicou apenas R$ 3 bilhões dos R$ 10,9 bilhões que tem disponível para financiar a construção ao longo do ano", queixa-se Robusti.
Garagens fora do coeficiente de aproveitamento
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou projeto de lei que exclui garagens do coeficiente de aproveitamento, regulamentação segundo a qual é determinado o potencial construtivo dos terrenos. A homologação da proposta, paralisada a sete meses na casa, foi comemorada no Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo). "Com a antiga vigência, em grande parte da cidade não seria possível construir nada além de garagens", disse o presidente da entidade, Romeu Chap Chap.
Suporte técnico para projetos elétricos
Além de atuar na comercialização de equipamentos elétricos, a Pial Legrand tem investido desde abril no fornecimento de consultoria em projetos do ramo. Inicialmente aplicada em São Paulo, a prática compreende desde a especificação até a instalação, com maior foco no segmento de proteção - com emprego de minidisjuntores, protetores contra surtos e quadros de distribuição. O suporte é destinado a profissionais tanto de construtoras como de incorporadoras. "Temos a meta de ampliar o serviço para outros Estados ao longo de 2006 e, até 2007, completar a cobertura nacional", informa o gerente de vendas da empresa, Ricardo D Avila.
Crea na Assembléia Legislativa de São Paulo
O presidente do Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo), José Eduardo de Paula Alonso, assinou acordo com o presidente da Assembléia Legislativa do Estado, deputado Rodrigo Garcia (PFL), para promover a análise técnica dos projetos que tramitam na casa. Com a parceria, o Conselho também poderá auxiliar na criação de novos projetos, além de habilitar-se a participar da elaboração dos planos diretores dos municípios paulistas.
Novos financiamentos pelo FGTS
Em resolução tomada no mês passado, o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço vai passar a financiar imóveis novos e na planta estimados em até R$ 100 mil (o valor máximo anterior era de R$ 80 mil). A medida vale para famílias com renda de até R$ 4.900, e acarreta juros de 10,16% ao ano. A ação se estende também a famílias que ganham até R$ 3.900, e nesse caso envolve imóveis avaliados no limite de R$ 80 mil (contra os R$ 72 mil anteriores), abarcando ao conjunto imóveis usados e uma taxa de juros de 8,16% ao ano. As novas regras valerão até 31 de dezembro de 2005, apenas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Segundos técnicos da Caixa Econômica Federal, o objetivo é liberar um total de R$ 180 milhões em benefício de 1.800 famílias.
Novo centro de distribuição da Sika
A multinacional Sika inaugurou em Salvador um Centro de Distribuição para atender, além do Nordeste, a região Norte do País. A expectativa é de que as vendas nesses Estados sejam incrementadas em 35%, e o tempo de entrega dos produtos não exceda um dia para a capital baiana e três dias para as demais cidades. A nova unidade tem potencial para armazenar 300 t de impermeabilizantes, argamassas, selantes e aditivos para concreto, num total de mais de 100 itens no catálogo da empresa.
Déficit habitacional no Brasil e no mundo
O Brasil tem um déficit habitacional que chega a 7,7 milhões de moradias e afeta 40 milhões de pessoas. O dado foi divulgado em setembro pelo Escritório da Organização das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos, e está presente no Relatório Global da instituição, cujo foco de estudo em 2005 foi o financiamento para moradia urbana. Publicada a cada dois anos, a análise indicou que, da necessidade total do País, 5,5 milhões referem-se a 24 milhões de habitantes situados especificamente em cidades. No mundo, um bilhão de pessoas são apontadas como residentes em localizações precárias, como favelas ou comunidades sem acesso a segurança, saneamento e infra-estrutura.