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Dânica abre duas unidades na América do Sul
Em complementação às sete unidades existentes no Brasil, a produtora de sistemas termoisolantes Dânica inaugurou em novembro passado outros dois pontos comerciais: um em Lima, no Peru (foto), e o segundo na cidade de Puerto Montt, no Sul do Chile. Foram ao todo US$ 900 mil investidos. A nova unidade chilena é responsável pelo monitoramento e reposição dos estoques de painéis, além de portas e acessórios. Já a filial peruana será abastecida com produtos produzidos no Brasil e no Chile e visa atender a toda região andina.
Rede varejista fatura R$ 290 milhões em 2005
A Dicico, que atua no mercado paulista de materiais de construção, encerrou 2005 com faturamento estimado de R$ 290 milhões. Em 2004, o valor não passou de R$ 200 milhões. O balanço positivo se justifica pela abertura de duas novas lojas, nas cidades paulistas de Campinas e São Bernardo do Campo, totalizando 13 unidades da rede, espalhadas pela capital, interior e litoral do Estado. Outro motivo para o crescimento remete a ações estruturais adotadas anteriormente, como a criação de um centro de distribuição de 21 mil m2, em 2003. Para este ano, a empresa prevê inaugurar, já no primeiro trimestre, outras duas novas lojas, ambas localizadas na Grande São Paulo.
Panduit fecha o ano com crescimento de 55%
Voltada ao mercado de cabeamento estruturado e elétrico, a Panduit do Brasil registrou elevação de 55% nos negócios em 2005. Segundo o gerente geral da empresa, Asfene Macciantelli, o resultado se deve, entre outras razões, às parcerias de longo prazo e à política adotada de treinamento de canais em tecnologias de ponta. Para 2006, os planos são de ampliar a participação da multinacional no mercado brasileiro, por meio de novas filiais em Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro.
Construção cresce 1% em 2005
Distante da meta do início do ano de crescer 4,6%, a construção civil brasileira fechou o ano de 2005 com elevação de 1%, de acordo com o SindusCon-SP. Entre as razões apontadas pela entidade para o desempenho reduzido, estão os juros altos, incertezas de recursos por parte do Governo Federal e retração de investimentos privados, em função da crise política. Outros motivos estariam ligados a questões estruturais do setor, como elevada carga tributária, burocracia e informalidade. Para 2006, no entanto, o sindicato retoma o otimismo, apostando em crescimento de 5,1%. A previsão é feita com base na expectativa de elevação de 3,3% do PIB Nacional.
Nova diretoria da Anamaco
Tomou posse em dezembro último o novo Conselho Deliberativo da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), que terá mandato até agosto de 2007. O presidente do grupo, Roberto Breithaupt - eleito pelo segundo ano consecutivo - anuncia que a luta da entidade será focada em reduzir o déficit habitacional do País, capacitar os profissionais do setor e diminuir a carga tributária sobre os produtos da cesta básica de materiais de construção.
Segurança nas instalações elétricas
Foi lançado no mês passado, em São Paulo, o programa Casa Segura, iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) e de mais oito instituições e empresas. Técnicos são encarregados de vistoriar a qualidade das instalações elétricas de edifícios com mais de 20 anos, e a partir dessa análise emitem relatórios técnicos aos síndicos, apontando as necessidades de correções. Ainda em fase de implantação, o programa selecionou 150 prédios residenciais para serem avaliados. Segundo resultados preliminares, os problemas mais comumente encontrados são sobrecarga de energia, ausência do fio terra e propensão das instalações à ocorrência de curtos-circuitos.
Pirelli Cabos é vendida e muda de nome
Vendida para o banco de investimentos Goldman Sachs por 1,3 bilhão, as unidades Cabos e Sistemas de Energia e Telecomunicações da Pirelli passam a se chamar Prysmian Cables & Systems. A nova marca nasce herdeira de 52 fábricas espalhadas em 20 países, com representação comercial em outras 120 nações e faturamento anual de 3,5 bilhões. No Brasil são três fábricas, cujo faturamento anual bate na casa dos R$ 850 milhões. Uma quarta unidade, em construção no município de Vila Velha (ES), está recebendo investimentos de R$ 80 milhões, e deverá começar a operar no segundo semestre deste ano.
Camargo Corrêa na Colômbia
A vitória em duas licitações no valor de US$ 450 milhões destinaram à Camargo Corrêa a responsabilidade pela construção da Usina Hidrelétrica Porce III, próxima à cidade de Medellín, na Colômbia. Com término previsto para 2010, as obras reforçam o processo de internacionalização buscado pela empresa nos últimos anos. O empreendimento terá capacidade de gerar 660 MW de energia elétrica, a um custo total de US$ 900 milhões - mesma soma que a construtora brasileira contabiliza em contratos no exterior.